Quem trabalha na aviação conhece o frio na barriga que a sigla AOG (Aircraft On Ground) provoca. Quando uma aeronave fica retida em solo por problemas técnicos, a operação para, as multas acumulam e o prejuízo cresce a cada hora. No Brasil, o desafio ganha uma camada extra de complexidade: a burocracia aduaneira e os prazos de importação.
Se você quer minimizar o tempo de solo e acelerar a chegada de componentes críticos, confira como superar os principais gargalos desse processo:
A Receita Federal e a ANAC possuem regimes especiais e parametrizações diferenciadas para cargas classificadas como AOG. Saber classificar corretamente a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) e emitir a documentação internacional sem erros de digitação (como números de série incorretos) evita que a peça fique travada na alfândega por dias ou semanas.
Não basta comprar a peça; é preciso garantir que ela seja despachada imediatamente. Ter uma equipe que possa retirar o componente no fornecedor internacional no mesmo dia, conferir os formulários (como o FAA 8130-3) na origem e colocá-lo no próximo voo disponível para o Brasil é o que diferencia um processo de sucesso de um pesadelo logístico.
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